O Iraque foi impedido de disputar as olimpíadas. Em cima da hora foi aceito de novo, mesmo após as bandeiras serem colocadas nos mastros da vila olímpica de Pequim. Porquê os Estados Unidos não foram impedidos de participar também?
Mais um indício que a invasão do Iraque tem relação com o comércio petrolífero que elegeu George W. Bush, leia em:http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/chomsky-e-o-petroleo-do-iraque/
Porquê será que apenas empresas americanas vão poder explorar o óleo iraquiano?
quarta-feira, 30 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
História da indústria automobilistica no Brasil.

A Volkswagem chegou ao Brasil em 1959.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Indústria automobilística instalou-se no Brasil em 1956, na cidade de Santa Bárbara d'Oeste (São Paulo) com o ínicio da fabricação da Romi-Isetta.
Ainda em 1956 a Vemag colocou no mercado uma camioneta derivada da família F91, produzida pela DKW, montada no Brasil. Em 1958 passou a disponibilizar sedãs e camionetas da família F94 montados sob licença da DKW e com crescentes índices de nacionalização. Também produziu uma versão abrasileirada do jipe Munga e, nos anos 60, encomendou uma carroceria refinada aos Fissore, da Itália, e a montou sobre a mecânica DKW.
Em 1959, no município de São Bernardo do Campo, foi instalada a fábrica da Volkswagen, cujo primeiro modelo produzido foi a Kombi, até hoje produzida lá e que precedeu ao famoso Volkswagen Sedan (mais conhecido no Brasil como Fusca). Entretanto, em Rio Bonito (Estado do Rio de Janeiro), já um pequeno empreendor chamado Sebastião William Cardoso havia montado um pequeno jipe que chamou de "Tupi", movido a partir de um motor de um gerador elétrico.
A Chevrolet e a Ford, que eram apenas montadoras de peças importadas, deram os seus primeiros passos com a fabricação de caminhões para, mais tarde, iniciarem a produção de automóveis em 1968. A seguir veio a Fiat - (Fábrica Italiana de Automóveis - Turim) instalou-se em 1976 em Betim.
Somadas, estas quatro empresas ganharam o apelido de As Quatro Grandes, que dominaram o mercado brasileiro, até o final da década de 1990; até então as importações eram proibidas.
Vieram outras montadoras e fabricantes as seguiram, como a Renault, Peugeot, Citroën, que montaram fábricas no Brasil, enquanto outras marcas iam sendo incorporadas, como a Dodge pela Chrysler do Brasil. A Mercedes-Benz, que já fabricava caminhões, estabeleceu em São Bernardo uma fábrica, a Daimler Benz do Brasil, inicialmente fabricante de carroçarias de caminhão e ônibus, inaugurando a sua unidade montadora veicular em 1998, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
Diversos foram os fabricantes de automóveis genuinamente brasileiros como Puma, Gurgel, Miura, entre outros. Muitos não sobreviveram a reabertura das importações no inicio dos anos 90 e à competição com modelos importados.
A Gurgel entrou em processo de falência após ter lançado no mercado brasileiro o gurgel BR-800(o primeiro automóvel genuinamente brasileiro) e posteriormente o gurgel supermini, mas o governo federal estendeu a isenção do IPI (antes esclusiva para o modelo nacional) à todos os modelos de veículos existentes no brasil com menos de 1000 cilindradas e negou um empréstimo já acertado há tempos para a instalação do projeto Delta(que incluía a construção de um complexo industrial para a fabricação do mesmo no estado do CEARÁ), o que não aconteceu, culminando na consequente queda do preço das ações.
Atualmente, o fabricante brasileiro de maior destaque é a Troller, com os veículos T4 e Pantanal.
Doha 2008 parte II. Não deu certo.

Porto do Rio de Janeiro. Os acordos em Genebra seriam bons em setores como o de exportação de veículos. Melhores ainda na agricultura.
Mas uma vez a rodada de Doha(esse ano em Genebra- Suíça) fracassou. Não foram feitos acordos na área que mais necessitava de avanços, que era o setor agrícola. O Brasil teria vantagens em áreas como a da produção de veículos que já anda bem, se acordos fossem fechados, mas continuou ganhando porque o valor das commodities vai se manter alto, e perdeu porque seus produtos na agricultura continuarão a enfrentar as barreiras dos EUA e UE.
A crise mundial de alimentos tende a continuar.
O liberalismo de Adam Smith
Você concorda com ele?
As novidades da Revolução Industrial trouxeram muitas dúvidas. O pensador escocês Adam Smith procurou responder racionalmente às perguntas da época. Seu livro A Riqueza das Nações (1776) é considerado uma das obras fundadoras da ciência econômica. Ele dizia que o egoísmo é útil para a sociedade. Seu raciocínio era este: quando uma pessoa busca o melhor para si, toda a sociedade é beneficiada. Exemplo: quando uma cozinheira prepara uma deliciosa carne assada, você saberia explicar quais os motivos dela? Será porque ama o seu patrão e quer vê-lo feliz ou porque está pensando, em primeiro lugar, nela mesma ou no pagamento que receberá no final do mês? De qualquer maneira, se a cozinheira pensa no salário dela, seu individualismo será benéfico para ela e para seu patrão. E por que um açougueiro vende uma carne muito boa para uma pessoa que nunca viu antes? Porque deseja que ela se alimente bem ou porque está olhando para o lucro que terá com futuras vendas? Graças ao individualismo dele o freguês pode comprar boa carne. Do mesmo jeito, os trabalhadores pensam neles mesmos. Trabalham bem para poder garantir seu salário e emprego. Portanto, é correto afirmar que os capitalistas só pensam em seus lucros. Mas, para lucrar, têm que vender produtos bons e baratos. O que, no fim, é ótimo para a sociedade.
Então, já que o individualismo é bom para toda a sociedade, o ideal seria que as pessoas pudessem atender livremente a seus interesses individuais. E, para Adam Smith, o Estado é quem atrapalhava a liberdade dos indivíduos. Para o autor escocês, "o Estado deveria intervir o mínimo possível sobre a economia". Se as forças do mercado agissem livremente, a economia poderia crescer com vigor. Desse modo, cada empresário faria o que bem entendesse com seu capital, sem ter de obedecer a nenhum regulamento criado pelo governo. Os investimentos e o comércio seriam totalmente liberados. Sem a intervenção do Estado, o mercado funcionaria automaticamente, como se houvesse uma "mão invisível" ajeitando tudo. Ou seja, o capitalismo e a liberdade individual promoveria o progresso de forma harmoniosa.
Retirado de:http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial#O_liberalismo_de_Adam_Smith
As novidades da Revolução Industrial trouxeram muitas dúvidas. O pensador escocês Adam Smith procurou responder racionalmente às perguntas da época. Seu livro A Riqueza das Nações (1776) é considerado uma das obras fundadoras da ciência econômica. Ele dizia que o egoísmo é útil para a sociedade. Seu raciocínio era este: quando uma pessoa busca o melhor para si, toda a sociedade é beneficiada. Exemplo: quando uma cozinheira prepara uma deliciosa carne assada, você saberia explicar quais os motivos dela? Será porque ama o seu patrão e quer vê-lo feliz ou porque está pensando, em primeiro lugar, nela mesma ou no pagamento que receberá no final do mês? De qualquer maneira, se a cozinheira pensa no salário dela, seu individualismo será benéfico para ela e para seu patrão. E por que um açougueiro vende uma carne muito boa para uma pessoa que nunca viu antes? Porque deseja que ela se alimente bem ou porque está olhando para o lucro que terá com futuras vendas? Graças ao individualismo dele o freguês pode comprar boa carne. Do mesmo jeito, os trabalhadores pensam neles mesmos. Trabalham bem para poder garantir seu salário e emprego. Portanto, é correto afirmar que os capitalistas só pensam em seus lucros. Mas, para lucrar, têm que vender produtos bons e baratos. O que, no fim, é ótimo para a sociedade.
Então, já que o individualismo é bom para toda a sociedade, o ideal seria que as pessoas pudessem atender livremente a seus interesses individuais. E, para Adam Smith, o Estado é quem atrapalhava a liberdade dos indivíduos. Para o autor escocês, "o Estado deveria intervir o mínimo possível sobre a economia". Se as forças do mercado agissem livremente, a economia poderia crescer com vigor. Desse modo, cada empresário faria o que bem entendesse com seu capital, sem ter de obedecer a nenhum regulamento criado pelo governo. Os investimentos e o comércio seriam totalmente liberados. Sem a intervenção do Estado, o mercado funcionaria automaticamente, como se houvesse uma "mão invisível" ajeitando tudo. Ou seja, o capitalismo e a liberdade individual promoveria o progresso de forma harmoniosa.
Retirado de:http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial#O_liberalismo_de_Adam_Smith
Candidato caô caô.
"Ele subiu o morro sem gravata,
dizendo que gostava da massa
foi lá na tendinha e bebeu cachaça
até bagulho fumou!
Entrou em meu barracão e lá usou
lata de goiabda como prato
eu logo percebí, é mais um candidato
para a próxima eleição"
Bezerra da Silva certamente junto com seus compositores escreveram a realidade do nosso país com a maestria dos "verdadeiros arquitetos da MPB" como cita corretamente Marcelo D2. A letra de "Candidato caô caô" é a tradução do bom observador frente a políticos que se prevalecem do desinteresse popular por política, e que faz refém toda a população.
Ele dizia que o pior analfabeto é o analfabeto político. Aquele que em época de eleição aproveita da "boa vontade e simpátia" dos candidatos, que normalmente pagam nessa época as suas "propostas políticas". Saco de cimento, tijolo, churrasco, novo time de camisas para a comunidade. Algo realmente barato para a aquisição de votos.
Sem educação o povo não percebe que esse barato saí caro. Que essa assistência saí a um valor elevado quando necessita de serviços essenciais que esses candidatos após eleitos os nega. E acha normal se aproveitar desta ou daquela brecha deixada para usufruir dessas oportunidades.
Vivemos a época em que as pessoas não querem direitos. Querem privilégios. E os candidatos caô sabem e se aproveitam muito bem disso.
dizendo que gostava da massa
foi lá na tendinha e bebeu cachaça
até bagulho fumou!
Entrou em meu barracão e lá usou
lata de goiabda como prato
eu logo percebí, é mais um candidato
para a próxima eleição"
Bezerra da Silva certamente junto com seus compositores escreveram a realidade do nosso país com a maestria dos "verdadeiros arquitetos da MPB" como cita corretamente Marcelo D2. A letra de "Candidato caô caô" é a tradução do bom observador frente a políticos que se prevalecem do desinteresse popular por política, e que faz refém toda a população.
Ele dizia que o pior analfabeto é o analfabeto político. Aquele que em época de eleição aproveita da "boa vontade e simpátia" dos candidatos, que normalmente pagam nessa época as suas "propostas políticas". Saco de cimento, tijolo, churrasco, novo time de camisas para a comunidade. Algo realmente barato para a aquisição de votos.
Sem educação o povo não percebe que esse barato saí caro. Que essa assistência saí a um valor elevado quando necessita de serviços essenciais que esses candidatos após eleitos os nega. E acha normal se aproveitar desta ou daquela brecha deixada para usufruir dessas oportunidades.
Vivemos a época em que as pessoas não querem direitos. Querem privilégios. E os candidatos caô sabem e se aproveitam muito bem disso.
Ronaldinho ou Beckham?

Se você fosse bater uma pelada no fim do dia com os amigos e na hora de "tirar o time" tivesse que escolher entre Ronaldinho gaúcho ou David Beckham, quem você escolheria?
Eu não tenho dúvida nenhuma que o nosso amigo dentuço seria o prefirido de 99% dos amigos leitores(claro que uma ou outra menina pode escolher o bonitão por motivos pessoais!). O que chama atenção é que Ronaldinho acaba de ser vendido ao Milan da Itália por um valor infimamente inferior à venda do inglês a um ano atrás para o futebol dos Estados Unidos. O motivo é fácil de ser desvendado. Beckham é mais "marketing" do que Ronaldo. É bonitão, casado com uma estrela da música e segundo Ronaldo fenômeno"está sempre cheirosinho!". O resultado é que onde ele vá, está sempre na moda.
Ronaldinho com seus dois troféis de melhor jogador do mundo, título mundial pela seleção, campeonato europeu de clubes, ainda não é páreo para o queridinho da rainha, mas com certeza eu prefiro ele no meu time. Claro, no time do marketing, os caras vão escolher Beckham!
O maior mercado consumidor do mundo.
O padrão de produção para o velho mundo é mais seguro por causa dos custos elevados do seu sistema de saúde que atende a todos os cidadãos.
A contribuição européia com a saúde de sua população tem uma motivação bastante clara e eficaz. Redução de custos.
Encontramos a explicação no fato de hoje a União européia ter com seus 27 países o maior mercado consumidor do mundo. São cerca de 480 milhões de pessoas que contam com sistemas de saúde bancados pelo Estado, portanto, qualquer gasto a menos é sempre bem vindo.
Situação contrária ocorre com o mercado americano, onde cada cidadão é responsável pela sua própria saúde.
O jornalista Mark Shapiro diz isso numa entrevista ao jornalista Jorge Pontual da Globonews. Em seu livro Shapiro aborda a quantidade de produtos tóxicos que carregamos em nosso corpo. Segundo o jornalista, o padrão de produção para os europeus é muito mais rígido (e isenta os chineses dos problemas de produção, já que esses são apenas contratados para produzir de acordo com os padrões pré-estabelecidos pelos seus contratantes) e por tanto seriam produtos mais corretos. O lobby da indústria química nos EUA é muito forte, e certas substâncias não são abolidas dos produtos simplesmente porque nós consumidores desconhecemos os problemas causados pelas substâncias usadas em brinquedos, aparelhos eletrônicos, entre outros.
“Ninguém compraria um brinquedo para bebês sabendo que as substâncias nele contidos reduzem o nível de testosterona nos meninos!” alerta. A informação é a chave para nos livrarmos dos problemas, como aconteceu algumas vezes com os brinquedos da gigante Mattel, que apresentaram quantidades acima do permitido de chumbo por exemplo em brinquedos para crianças que facilmente poderiam engoli-lo.
O resultado é que as empresas globais já estão fabricando de forma igual, para atender o novo maior mercado consumidor do mundo. E o mais importante, nos seus padrões.
No Brasil sabemos bem a preocupação que os europeus têm com os produtos que por lá chegam. Vimos o embargo da nossa carne, por questões de não acompanhamento desde a origem, e por problemas com a febre aftosa. Os transgênicos não são bem vindos na europa, porquê a longo prazo não sabemos os efeitos que causarão a nossa saúde.
É sem dúvida uma forma de reduzir os custos com a saúde, mas acaba sendo uma benéfice para a população.
Assinar:
Postagens (Atom)