quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Dia de reflexão

Amigos, volto ao velho Geografia atualidade para publicar essa coluna que escrevi polo dia da Consciência negra aqui no Brasil. Lembrem-se que todos os conteúdos mais novos estão no Facebook, é só adicionar!
http://pordentrodamidia.com.br/35-anos-de-vida-morador-de-favela-pais-pobres-a-educacao-foi-na-escola-publica-hoje-e-um-negro-graduado-pela-uff/

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

SNTC 2012

Semana nacional de ciência e tecnologia 2012.
ATIVIDADE ÍGNEA DE MILHÕES DE ANOS EM NOVA IGUAÇU - GEOCONSERVAÇÃO E EDUCAÇÃO

O vulcão pode ou não pode entrar em erupção?!!!

http://semanact.mct.gov.br/index.php/content/view/5938/Atividades_Cadastradas.html

domingo, 7 de agosto de 2011

Cuidado com o que você vê ou lê.

Construção cultural.

Elementos de cultura popular, principalmente de origem africana, sofrem muito para se legitimar na sociedade brasileira. O futebol embora inglês, fez com que o preto, o pobre, e as outras minorias pudessem ser melhor integrados. Viva o esporte! 

Ainda somos um país racista.

Leia Monteiro Lobato, Nelson Rodrigues, Mário Filho.

Populismo assistencialista.

Começa a distribuição de renda aos mais pobres em São Gonçalo. O Governo do Estado do Rio faz a mesma coisa que o Governo federal. O primeiro município a receber o benefício foi o de pior IDH(índice de desenvolvimento humano) no Estado, o município de Japerí. Posteriormente esse "benefício" chegará a outras regiões. A ajuda varia de R$30 à R$ 300 por família.


Acredito sim que seja necessária a distribuição de renda, mas dessa forma, sem atrelar nenhum esforço compensatório para melhorar e qualificar essas famílias de forma que possam sair dessa dependência financeira, de nada adianta.


Me preocupa muito essa situação. 


Educação de lado. Assistencialismo em alta. 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Falando da sociedade preconceituosa.

 André Trigueiro 





O estudo “Pesquisa das Características Étnico-Raciais da População: um Estudo das Categorias de Classificação de Cor ou Raça” (PCERP) coletou informações em 2008, em uma amostra de cerca de 15 mil domicílios, no Amazonas, Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Distrito Federal. Entre os resultados, destaca-se o reconhecimento, por 63,7% dos entrevistados, de que a cor ou raça influencia na vida.
Entre as situações nas quais a cor ou raça tem maior influência, o trabalho aparece em primeiro lugar, seguido pela relação com a polícia/justiça, o convívio social e a escola.
Dos entrevistados, 96% afirmam saber a própria cor ou raça. As cinco categorias de classificação do IBGE (branca, preta, parda, amarela e indígena), além dos termos “morena” e “negra”, foram utilizadas.
Entre as dimensões da própria identificação de cor ou raça, em primeiro lugar vem a “cor da pele”, com 74% de citações, seguida por “origem familiar” (62%), e “traços físicos” (54%). A íntegra do estudo está disponível em:
www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/caracteristicas_raciais/default_raciais.shtm


As duas manchetes acima(comentário do professor e jornalista André Trigueiro, e resultado do estudo sobre cor e raça do IBGE) apontam, não só o preconceito no Brasil, mas no mundo. No Brasil, apesar de muito espinhoso, o tema foi levantado pelo IBGE e nesta pesquisa por amostragem ficou claro que o preconceito existe sim, principalmente porque a maioria absoluta dos entrevistados reconheceu sua própria cor. O maior problema é apontado na busca por trabalho, emprego. De acordo com os entrevistados 71% acreditam que esse problema é maior do que nas relações judiciárias-policiais, e nas relações familiares.