A desocupação das margens dos rios na baixada fluminense pode ser um sinal de menos tragédias na região. O projeto Iguaçú promete aliviar as problemáticas regionais de uma forma inédita.
http://www.serla.rj.gov.br/mais/pj_iguacu.asp
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
CARACTERÍSTICAS DO SOLO

Fenda de Nossa Senhora, Arraial do Cabo, RJ.
Cor
Se alguém lhe perguntar qual é a cor do solo, você provavelmente dirá marrom. Mas você deve ter notado quantas cores diferentes de solo existem. A variação é muito grande nos tons de marrom, podendo chegar até preto, vermelho, amarelo, acinzentado.Essa variação irá depender do material de origem como também de sua posição na paisagem, conteúdo de matéria orgânica, e mineralogia, dentre outros fatores. Por exemplo, quanto maior a quantidade de matéria orgânica, mais escura é a cor do solo, o que pode indicar fertilidade ou apenas condições desfavoráveis à decomposição da mesma. As cores com tonalidades avermelhadas ou amareladas estão associadas aos diferentes tipos de óxidos de ferro existentes no solo. Quando a quantidade destes óxidos é grande, os solos apresentam-se vermelhos, como por exemplo, a terra roxa. Já os solos com elevada quantidade de quartzo na fração mineral apresentam coloração clara.
Em solos com baixa capacidade de drenagem, isto é, com excesso de água, a cor é acinzentada. Isto, porque os óxidos de ferro são lavados para o lençol freático, o que torna o solo mais claro. A cor branca a acinzentada é conseqüência da presença de minerais silicatados existentes na fração argila do solo.
Textura
É o tamanho relativo das diferentes partículas que compõem o solo, sendo que a prática de sua quantificação é chamada granulometria. As partículas menores que 2 mm de diâmetro (areia, silte e argila), são as de maior importância, pois muitas das propriedades físicas e químicas da porção mineral do solo dependem das mesmas. Assim, usualmente se consideram apenas as três frações menores para caracterizar a textura. Para o estudo da textura geralmente são utilizadas peneiras (para solos granulares) padronizadas, nas quais uma porção de solo é separada nos diferentes tamanhos constituintes. No caso de solossilto-argilosos, utiliza-se o procedimento do densímetro ou então o da pipetagem. Para a determinação textura temos:
Argila: partícula com diâmetro inferior a 0,005 mm
Silte: partícula com diâmetro entre 0,005mm e 0,05mm
Areia fina: partícula com diâmetro entre 0,05mm e 0,42mm
Areia média: partícula com diâmetro entre 0,42mm e 2,0mm
Areia grossa: partícula com diâmetro entre 2,0mm e 4,8mm
Pedregulho: partícula com diâmetro entre 4,8 e 76 mm.
Formação de solos
A natureza e o número de horizontes variam de acordo com os diferentes tipos de solo. Os solos geralmente não possuem todos esses horizontes bem caracterizados, entretanto, pelo menos possuem parte deles.
Perfil do solo: horizontes.
Horizonte O: camada orgânica superficial. É constituído por detritos vegetais e substâncias húmicas acumuladas na superfície, ou seja, em ambientes onde a água não se acumula (ocorre drenagem). É bem visível em áreas de floresta e distingui-se pela coloração escura e pelo conteúdo em matéria orgânica (cerca 20%).
Horizonte A: camada mineral superficial adjacente à camada O ou H. É o horizonte onde ocorre grande atividade biológica o que lhe confere coloração escurecida pela presença de matéria orgânica. Existem diferentes tipos de horizontes A, dependendo de seus ambientes de formação. Esta camada apresenta maior quantidade de matéria orgânica que os horizontes subjacentes B e C.
Horizonte E ou B: camada mineral situada mais abaixo do horizonte A. Apresenta menor quantidade de matéria orgânica, e acúmulo de compostos de ferro e argilo minerais. Ocorre concentração de minerais resistentes, como quartzo em pequenas partículas (areia e silte). Éo horizonte de máximo acúmulo, com bom desenvolvimento estrutural.
Horizonte C: camada mineral de material inconsolidado, ou seja, por ser relativamente pouco afetado por processos pedogenéticos, o solo pode ou não ter se formado, apresentando-se sem ou com pouca expressão de propriedades identificadoras de qualquer outro horizonte principal.
Horizonte R: camada mineral de material consolidado, que constitui substrato rochoso contínuo ou praticamente contínuo, a não ser pelas poucas e estreitas fendas que pode apresentar (rocha).
A presença dos vários tipos de horizontes mencionados está subordinada às condições que regulam a formação e evolução do solo. Como as condições variam de acordo com as circunstâncias do ambientes (material de origem, vegetação, clima, relevo, tempo) o tipo e número de horizontes de um perfil de solo são diferentes.
Retirado de:http://educar.sc.usp.br/ciencias/recursos/solo.html
Perfil do solo: horizontes.
Horizonte O: camada orgânica superficial. É constituído por detritos vegetais e substâncias húmicas acumuladas na superfície, ou seja, em ambientes onde a água não se acumula (ocorre drenagem). É bem visível em áreas de floresta e distingui-se pela coloração escura e pelo conteúdo em matéria orgânica (cerca 20%).
Horizonte A: camada mineral superficial adjacente à camada O ou H. É o horizonte onde ocorre grande atividade biológica o que lhe confere coloração escurecida pela presença de matéria orgânica. Existem diferentes tipos de horizontes A, dependendo de seus ambientes de formação. Esta camada apresenta maior quantidade de matéria orgânica que os horizontes subjacentes B e C.
Horizonte E ou B: camada mineral situada mais abaixo do horizonte A. Apresenta menor quantidade de matéria orgânica, e acúmulo de compostos de ferro e argilo minerais. Ocorre concentração de minerais resistentes, como quartzo em pequenas partículas (areia e silte). Éo horizonte de máximo acúmulo, com bom desenvolvimento estrutural.
Horizonte C: camada mineral de material inconsolidado, ou seja, por ser relativamente pouco afetado por processos pedogenéticos, o solo pode ou não ter se formado, apresentando-se sem ou com pouca expressão de propriedades identificadoras de qualquer outro horizonte principal.
Horizonte R: camada mineral de material consolidado, que constitui substrato rochoso contínuo ou praticamente contínuo, a não ser pelas poucas e estreitas fendas que pode apresentar (rocha).
A presença dos vários tipos de horizontes mencionados está subordinada às condições que regulam a formação e evolução do solo. Como as condições variam de acordo com as circunstâncias do ambientes (material de origem, vegetação, clima, relevo, tempo) o tipo e número de horizontes de um perfil de solo são diferentes.
Retirado de:http://educar.sc.usp.br/ciencias/recursos/solo.html
sábado, 2 de janeiro de 2010
Angra dos Reis

Olá pessoal! Feliz ano novo!
Apesar das saudações de início de ano o nosso primeiro tópico de 2010 não é muito feliz, porém como trabalhamos a relação da sociedade com a natureza, a relação do homem com o espaço, é de Angra dos Reis que falaremos.
A cidade paradisíaca na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro é o destino de muitos turistas durante a época de férias, e inclusive eu mesmo com minha esposa e amigos iríamos para Paraty, na mesma Costa Verde, para passarmos o Reveillon. Porém, devido a enorme quantidade de chuva que caiu na tarde e noite do dia 30 de dezembro resolvemos desmarcar a ida! Incrível.
Acontece que a região em primeiro lugar é formada por uma representação montanhosa, a Serra do mar, que fica encostada no litoral sul fluminense. Essa cadeia montanhosa, que ainda é uma das únicas unidades de mata Atlântica existentes(apenas cerca de 7% da formação original)retém uma boa quantidade de umidade vinda do oceano adjacente. As chuvas portanto são bastante constantes e causam sempre grandes estragos quando veêm em grandes proporções(exagerando um pouco eu faria uma comparação com as monções no sudeste asiático). Em segundo lugar vem a já famingerada ocupação das encostas, que como eu citei aqui mesmo no blog em alguma postagem bem próxima eu já criticava e anunciava como uma grande vilã para este ano novamente. Como num somatório de ações ocorre um desastre, não podemos nunca criticar a natureza e continuamos pagando com a dor das perdas que já são anunciadas à cada chuva forte que cai nas cidades ou encostas, porque as leis da física já estão escritas à algum tempo. Geologicamente falando, o alto da montanha vai se decompondo com o intemperismo ao longo dos milhares de anos, uma camada de sedimentos vai se sobrepondo sobre as rochas mais abaixo. Com a quantidade de água que se acumula numa chuva orográfica tão intensa o peso do sedimento superior aumenta de forma absurda, até que em um determinado momento não resiste e sob a ação da força da gravidade é atraído para as partes mais baixas. Infelizmente sempre que isso vem ocorrendo precisamos contar as nossas vítimas. Angra até o fechamento deste post já contabilizava 41.
As estradas para a região estão fechadas. O usina nuclear que se localiza na área também teve um pedido de fechamento feito pelo prefeito local.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Manuel Castells- Sociedade em rede. A nova Sociedade informacional.
Castells nos mostra os cinco aspectos centrais do novo paradigma: a informação é matéria-prima; as novas tecnologias penetram em todas as atividades humanas; a lógica de redes em qualquer sistema ou conjunto de relações usando essas novas tecnologias; a flexibilidade de organização e reorganização de processos, organizações e instituições; e, por fim, a crescente convergência de tecnologias específicas para um sistema altamente integrado, conduzindo a uma interdependência entre biologia e microeletrônica (Castells, 1999: 78-9).
"redes são estruturas abertas capazes de expandir de forma ilimitada, integrando novos nós desde que consigam comunicar-se dentro da rede, ou seja, desde que compartilhem os mesmos códigos de comunicação (por exemplo, valores ou objetivos de desempenho). Uma estrutura social com base em redes é um sistema aberto altamente dinâmico suscetível de inovação sem ameaças ao seu equilíbrio" (Castells, 1999: 499)
Esta definição dá ao autor uma ferramenta poderosa para suas análises e observações e lhe permite apresentar alguma conclusões provisórias sobre os processos e funções dominantes na era da informação, indicando que "a nova economia está organizada em torno de redes globais de capital, gerenciamento e informação" (Castells, 1999: 499) e que "os processos de transformação social sintetizados no tipo ideal de sociedade em rede ultrapassam a esfera das relações sociais e técnicas de produção: afetam a cultura e o poder de forma profunda" (Castells, 1999: 504).
Referências bibliográficas
1. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
"redes são estruturas abertas capazes de expandir de forma ilimitada, integrando novos nós desde que consigam comunicar-se dentro da rede, ou seja, desde que compartilhem os mesmos códigos de comunicação (por exemplo, valores ou objetivos de desempenho). Uma estrutura social com base em redes é um sistema aberto altamente dinâmico suscetível de inovação sem ameaças ao seu equilíbrio" (Castells, 1999: 499)
Esta definição dá ao autor uma ferramenta poderosa para suas análises e observações e lhe permite apresentar alguma conclusões provisórias sobre os processos e funções dominantes na era da informação, indicando que "a nova economia está organizada em torno de redes globais de capital, gerenciamento e informação" (Castells, 1999: 499) e que "os processos de transformação social sintetizados no tipo ideal de sociedade em rede ultrapassam a esfera das relações sociais e técnicas de produção: afetam a cultura e o poder de forma profunda" (Castells, 1999: 504).
Referências bibliográficas
1. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Exabites da sociedade da informação.
Já vimos que o MTCI cada vez mais nos leva aos avanços e novidades em nossa vida. A internet diminui o mundo nos colocando a apenas um clique de pessoas que podem estar em qualquer lugar do planeta e até mesmo fora dele. Este ano nós da sociedade da informação produzimos cerca de 800 exabites de dados digitais (800 bilhões de gigabytes), segundo a revista INFO número 286-dez. de 2009. Essa gigantesca quantia de informação produzida, processada, trocada e armazenada nos faz cada vez mais termos menos tempo ocioso, que para o ser humano é uma coisa interessante, mas que tem causado em algumas pessoas um certo stress por não dar conta de se manter informado e atualizado, dada a imensa quantidade de fontes que podem ser exploradas.
Difícil precisar o tempo que gastamos para dar conta da leitura de e mails, responder a recados nas redes sociais, assistir este ou aquele vídeo bacana que alguém nos encaminhou. Mas tende a crescer a quantidade de informação produzida e precisamos nos preparar para a enxurrada de conexões que ainda estão por se estabelecer.
Difícil precisar o tempo que gastamos para dar conta da leitura de e mails, responder a recados nas redes sociais, assistir este ou aquele vídeo bacana que alguém nos encaminhou. Mas tende a crescer a quantidade de informação produzida e precisamos nos preparar para a enxurrada de conexões que ainda estão por se estabelecer.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
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