Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, é a cidade com o maior percentual de classe A do Brasil de acordo com pesquisa da FGV sobre emergentes. A cidade ficou com 30,7 % da população na elite econômica. Em seguida vem Florianópolis, Vitória, São Caetano do Sul, Porto Alegre, Brasília e Santos. Considera-se classe A a parcela da população que tem renda mensal per capita acima de R$ 6745,00.
Retirado de http://www.fgv.br/cps/brics/
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Os emergentes dos países emergentes.
Pesquisa da FGV sobe o crescimento da classe média nos BRICS
Download da pesquisa http://www.fgv.br/cps/brics/
Download da pesquisa http://www.fgv.br/cps/brics/
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Visualização do planeta em tempo real.
Retirado do site do olhar digital. http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/google_earth_ao_vivo_empresa_promete_video_em_tempo_real_ate_meados_de_2012
Uma empresa chamadaUrthecast está prestes a instalar câmeras de alta definição com grandes lentes de zoom na Estação Espacial Internacional. As câmeras servirão para enviar, de volta para a Terra, vídeos durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, com uma resolução comparável com a do Google Earth, informam os responsáveis pelo projeto. Em outras palavras: você poderá dar um "tchauzinho" para o céu e te assistir, ao vivo, na tela do computador.
A Urthecast está firmando parceria com a Agência Espacial Russa para instalar as supercâmeras até o fim deste ano, e as primeiras imagens deverão estar disponíveis até meados de 2012. A máquina enviará vídeos a 3,25 frames por segundo em uma resolução jamais vista - cada pixel representará o equivalente a 1 metro quadrado.
É claro que existe um delay, e é óbvio que a imagem transmitida vai depender da posição do equipamento naquele momento. A Estação Espacial Internacional percorre a órbita da terra 16 vezes por dia e aí, é preciso ter paciência até que a câmera esteja apontada para a sua cidade. O site da UrtheCast terá ferramentas que avisarão quando a estação estará sobrevoando os pontos de seu interesse.
Uma empresa chamadaUrthecast está prestes a instalar câmeras de alta definição com grandes lentes de zoom na Estação Espacial Internacional. As câmeras servirão para enviar, de volta para a Terra, vídeos durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, com uma resolução comparável com a do Google Earth, informam os responsáveis pelo projeto. Em outras palavras: você poderá dar um "tchauzinho" para o céu e te assistir, ao vivo, na tela do computador.
A Urthecast está firmando parceria com a Agência Espacial Russa para instalar as supercâmeras até o fim deste ano, e as primeiras imagens deverão estar disponíveis até meados de 2012. A máquina enviará vídeos a 3,25 frames por segundo em uma resolução jamais vista - cada pixel representará o equivalente a 1 metro quadrado.
É claro que existe um delay, e é óbvio que a imagem transmitida vai depender da posição do equipamento naquele momento. A Estação Espacial Internacional percorre a órbita da terra 16 vezes por dia e aí, é preciso ter paciência até que a câmera esteja apontada para a sua cidade. O site da UrtheCast terá ferramentas que avisarão quando a estação estará sobrevoando os pontos de seu interesse.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Eduardo Paes no Roda viva.
Eduardo Paes
Prefeito do Rio de Janeiro
O Roda Viva recebe na próxima segunda-feira um dos mais jovens prefeitos que já administraram a cidade do Rio de Janeiro.
Com o massacre na escola do Realengo, a cidade fez ressurgir o debate nacional sobre segurança pública, porte de armas, educação e o policiamento nas escolas.
A tragédia aconteceu em um momento em que o Rio de Janeiro celebra as primeiras vitórias contra o tráfico de drogas.
Eduardo Paes fala de política, jogos olímpicos, investimentos na cidade e do jeito de ser e de administrar do carioca.
Com o massacre na escola do Realengo, a cidade fez ressurgir o debate nacional sobre segurança pública, porte de armas, educação e o policiamento nas escolas.
A tragédia aconteceu em um momento em que o Rio de Janeiro celebra as primeiras vitórias contra o tráfico de drogas.
Eduardo Paes fala de política, jogos olímpicos, investimentos na cidade e do jeito de ser e de administrar do carioca.
Participam como convidados entrevistadores: Paulo Moreira Leite, jornalista; Augusto Nunes, jornalista; Luiz Ernesto Magalhães, repórter da editoria Rio do jornal O Globo e Vera Magalhães, repórter especial do jornal Folha de S. Paulo.
Apresentação: Marília Gabriela
Apresentação: Marília Gabriela
Transmissão simultânea pelo site www.tvcultura.com.br/rodaviva
O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/ rodaviva
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/
domingo, 10 de abril de 2011
Rio de Janeiro, Brasil, continente americano, mundo.
Foi uma semana muito difícil no Rio. Tivemos a sensação de ver o pavor, o surreal, a violência, a irracionalidade, a tragédia, todos os elementos de um capítulo de terror que estamos acostumados a ver do outro lado do mundo, fato que acontecia com os nossos distantes semelhantes. Pois é, aconteceu conosco.
Logo Rio que sempre viu bandido, bala perdida, guerra de facções. Logo esse Rio já bastante sofrido com as mazelas das favelas dominadas hora por traficantes, hora dominada por milicianos, mas sempre com ausência do Estado. Esse Rio que vem sendo "desmilitarizado" nas encostas, e que já se ouvem louvores de taxistas, seguranças, comerciantes, com relatos de que "as coisas estão melhorando!", sofre um baque que volta e meia acontece, mas com os outros, nunca conosco.
Rio e Brasil que hoje choram a morte de 13 pequenos meninos e maioria meninas, abordados por uma pessoa doente, que fatalmente faria o que fez, e nesse caso não vou fazer o que normalmente fazemos: Culpar o Estado. Não, desta vez o Estado nada poderia fazer para salvar a vida destes pequenos. O grande problema desta vez foi a facilidade de se obter armas num país em que a informalidade é alta e a corrupção é imensa. Culpa nossa. Nossa? Sim. Nós brasileiros em 2005 achamos que ter uma arma em casa era um direito, e que uma arma nos daria segurança. Essa votação que terminou com vitória dos que queriam se armar e que fortaleceu ainda mais o musculoso lobby das armas. Favoreceu a essa bancada lucrativa que é a indústria da morte, da segurança, e da insegurança. Ter uma arma em casa ou na cintura parece nos fazer mais "fortes", mas na verdade é uma insegurança para nós mesmos, e o caso de Realengo só fortalece essa idéia.
Hoje estamos de luto. Mas a nossa sociedade tem culpa sim.
Já vimos isso também nos EUA, onde ter uma arma em casa é um direito de cidadão.
Mas isso fortalece à quem?
Pensem.
Apenas o Estado deveria ter acesso as armas. Hoje, lutamos por melhores condições de vida, evoluímos no campo científico, e retroagimos no campo social. E isso anula o progresso.
Vamos repensar nossas vidas.
Logo Rio que sempre viu bandido, bala perdida, guerra de facções. Logo esse Rio já bastante sofrido com as mazelas das favelas dominadas hora por traficantes, hora dominada por milicianos, mas sempre com ausência do Estado. Esse Rio que vem sendo "desmilitarizado" nas encostas, e que já se ouvem louvores de taxistas, seguranças, comerciantes, com relatos de que "as coisas estão melhorando!", sofre um baque que volta e meia acontece, mas com os outros, nunca conosco.
Rio e Brasil que hoje choram a morte de 13 pequenos meninos e maioria meninas, abordados por uma pessoa doente, que fatalmente faria o que fez, e nesse caso não vou fazer o que normalmente fazemos: Culpar o Estado. Não, desta vez o Estado nada poderia fazer para salvar a vida destes pequenos. O grande problema desta vez foi a facilidade de se obter armas num país em que a informalidade é alta e a corrupção é imensa. Culpa nossa. Nossa? Sim. Nós brasileiros em 2005 achamos que ter uma arma em casa era um direito, e que uma arma nos daria segurança. Essa votação que terminou com vitória dos que queriam se armar e que fortaleceu ainda mais o musculoso lobby das armas. Favoreceu a essa bancada lucrativa que é a indústria da morte, da segurança, e da insegurança. Ter uma arma em casa ou na cintura parece nos fazer mais "fortes", mas na verdade é uma insegurança para nós mesmos, e o caso de Realengo só fortalece essa idéia.
Hoje estamos de luto. Mas a nossa sociedade tem culpa sim.
Já vimos isso também nos EUA, onde ter uma arma em casa é um direito de cidadão.
Mas isso fortalece à quem?
Pensem.
Apenas o Estado deveria ter acesso as armas. Hoje, lutamos por melhores condições de vida, evoluímos no campo científico, e retroagimos no campo social. E isso anula o progresso.
Vamos repensar nossas vidas.
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