sexta-feira, 20 de maio de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Eduardo Paes no Roda viva.
Eduardo Paes
Prefeito do Rio de Janeiro
O Roda Viva recebe na próxima segunda-feira um dos mais jovens prefeitos que já administraram a cidade do Rio de Janeiro.
Com o massacre na escola do Realengo, a cidade fez ressurgir o debate nacional sobre segurança pública, porte de armas, educação e o policiamento nas escolas.
A tragédia aconteceu em um momento em que o Rio de Janeiro celebra as primeiras vitórias contra o tráfico de drogas.
Eduardo Paes fala de política, jogos olímpicos, investimentos na cidade e do jeito de ser e de administrar do carioca.
Com o massacre na escola do Realengo, a cidade fez ressurgir o debate nacional sobre segurança pública, porte de armas, educação e o policiamento nas escolas.
A tragédia aconteceu em um momento em que o Rio de Janeiro celebra as primeiras vitórias contra o tráfico de drogas.
Eduardo Paes fala de política, jogos olímpicos, investimentos na cidade e do jeito de ser e de administrar do carioca.
Participam como convidados entrevistadores: Paulo Moreira Leite, jornalista; Augusto Nunes, jornalista; Luiz Ernesto Magalhães, repórter da editoria Rio do jornal O Globo e Vera Magalhães, repórter especial do jornal Folha de S. Paulo.
Apresentação: Marília Gabriela
Apresentação: Marília Gabriela
Transmissão simultânea pelo site www.tvcultura.com.br/rodaviva
O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/ rodaviva
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/
domingo, 10 de abril de 2011
Rio de Janeiro, Brasil, continente americano, mundo.
Foi uma semana muito difícil no Rio. Tivemos a sensação de ver o pavor, o surreal, a violência, a irracionalidade, a tragédia, todos os elementos de um capítulo de terror que estamos acostumados a ver do outro lado do mundo, fato que acontecia com os nossos distantes semelhantes. Pois é, aconteceu conosco.
Logo Rio que sempre viu bandido, bala perdida, guerra de facções. Logo esse Rio já bastante sofrido com as mazelas das favelas dominadas hora por traficantes, hora dominada por milicianos, mas sempre com ausência do Estado. Esse Rio que vem sendo "desmilitarizado" nas encostas, e que já se ouvem louvores de taxistas, seguranças, comerciantes, com relatos de que "as coisas estão melhorando!", sofre um baque que volta e meia acontece, mas com os outros, nunca conosco.
Rio e Brasil que hoje choram a morte de 13 pequenos meninos e maioria meninas, abordados por uma pessoa doente, que fatalmente faria o que fez, e nesse caso não vou fazer o que normalmente fazemos: Culpar o Estado. Não, desta vez o Estado nada poderia fazer para salvar a vida destes pequenos. O grande problema desta vez foi a facilidade de se obter armas num país em que a informalidade é alta e a corrupção é imensa. Culpa nossa. Nossa? Sim. Nós brasileiros em 2005 achamos que ter uma arma em casa era um direito, e que uma arma nos daria segurança. Essa votação que terminou com vitória dos que queriam se armar e que fortaleceu ainda mais o musculoso lobby das armas. Favoreceu a essa bancada lucrativa que é a indústria da morte, da segurança, e da insegurança. Ter uma arma em casa ou na cintura parece nos fazer mais "fortes", mas na verdade é uma insegurança para nós mesmos, e o caso de Realengo só fortalece essa idéia.
Hoje estamos de luto. Mas a nossa sociedade tem culpa sim.
Já vimos isso também nos EUA, onde ter uma arma em casa é um direito de cidadão.
Mas isso fortalece à quem?
Pensem.
Apenas o Estado deveria ter acesso as armas. Hoje, lutamos por melhores condições de vida, evoluímos no campo científico, e retroagimos no campo social. E isso anula o progresso.
Vamos repensar nossas vidas.
Logo Rio que sempre viu bandido, bala perdida, guerra de facções. Logo esse Rio já bastante sofrido com as mazelas das favelas dominadas hora por traficantes, hora dominada por milicianos, mas sempre com ausência do Estado. Esse Rio que vem sendo "desmilitarizado" nas encostas, e que já se ouvem louvores de taxistas, seguranças, comerciantes, com relatos de que "as coisas estão melhorando!", sofre um baque que volta e meia acontece, mas com os outros, nunca conosco.
Rio e Brasil que hoje choram a morte de 13 pequenos meninos e maioria meninas, abordados por uma pessoa doente, que fatalmente faria o que fez, e nesse caso não vou fazer o que normalmente fazemos: Culpar o Estado. Não, desta vez o Estado nada poderia fazer para salvar a vida destes pequenos. O grande problema desta vez foi a facilidade de se obter armas num país em que a informalidade é alta e a corrupção é imensa. Culpa nossa. Nossa? Sim. Nós brasileiros em 2005 achamos que ter uma arma em casa era um direito, e que uma arma nos daria segurança. Essa votação que terminou com vitória dos que queriam se armar e que fortaleceu ainda mais o musculoso lobby das armas. Favoreceu a essa bancada lucrativa que é a indústria da morte, da segurança, e da insegurança. Ter uma arma em casa ou na cintura parece nos fazer mais "fortes", mas na verdade é uma insegurança para nós mesmos, e o caso de Realengo só fortalece essa idéia.
Hoje estamos de luto. Mas a nossa sociedade tem culpa sim.
Já vimos isso também nos EUA, onde ter uma arma em casa é um direito de cidadão.
Mas isso fortalece à quem?
Pensem.
Apenas o Estado deveria ter acesso as armas. Hoje, lutamos por melhores condições de vida, evoluímos no campo científico, e retroagimos no campo social. E isso anula o progresso.
Vamos repensar nossas vidas.
quarta-feira, 30 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Obama aqui em casa.
O Obama virou a cidade de cabeça pra baixo, ou de lado!
Fui ontem à Lapa para assistir ao Monobloco na Fundição progresso. O show foi muito bom, mas ao voltar me deparei com o fortíssimo aparato de segurança (as 4 da manhã) voltado para o Teatro municipal onde hoje o presidente americano Barack Obama(que ontem mesmo mandou atacar a Líbia do Muamar) fez um discurso histórico, com uma bela aula de história, inclusive.
Tive que pagar mais caro pelo taxi porque o mesmo precisou dar várias voltas no quarteirão para escapar da "rede de segurança" do Obama. Um visitante em minha casa! Prejuízo!
Como pequeno protesto coloquei a foto de lado!!
Veja o discurso do Obama retirado de : http://g1.globo.com/obama-no-brasil/noticia/2011/03/leia-integra-do-discurso-de-barack-obama-no-theatro-municipal.html
"Alô, Rio de Janeiro. Alô, Cidade Maravilhosa. Boa tarde todo o povo brasileiro.
Desde o momento em que chegamos, o povo desta cidade tem mostrado para a minha família o calor e a receptividade de seu espírito. Quero agradecer a todos por estarem aqui, pois sei que há um jogo do Vasco ou do Botafogo. Eu sei que os brasileiros não abrem mão do futebol.
Uma das primeiras impressões que tive do Brasil veio de um filme que vi com minha mãe, “Orfeu Negro”. Minha mãe jamais imaginaria que minha primeira viagem ao Brasil seria como presidente dos EUA. Vocês são mesmo um “país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza”.
Ontem tive um encontro com a sua presidente, Dilma Rousseff. Hoje, quero falar com vocês sobre as jornadas dos EUA e do Brasil, que são duas terras com abundantes riquezas naturais. Ambos os países já foram colônias e receberam imigrantes de todo mundo. Os EUA foram a primeira nação a reconhecer a independência do Brasil. O primeiro líder brasileiro a visitar os EUA foi Dom Pedro II.
No Brasil, vocês lutaram contra a ditadura, pedindo para serem ouvidos. Mas esses dias passaram. Hoje, o Brasil é um país onde os cidadãos podem escolher seus líderes e onde um garoto pobre de Pernambuco pode chegar ao posto mais alto do país. Foi essa mudança que vimos na Cidade de Deus. Quero dar os parabéns ao prefeito e ao governador pelo seu excelente trabalho. Porém, não se deve olhar para a favela com pena, mas como uma fonte de artistas, presidentes e pessoas com soluções.
Vocês sabem que esta cidade não foi minha primeira escolha para os Jogos Olímpicos. Porém, se os jogos não pudessem ser realizados em Chicago, o Rio seria minha escolha. O Brasil sempre foi o “país do futuro”. Mas agora esse futuro está aqui.
Estou aqui para dizer que nós, nos EUA, não apenas observamos seus sucessos mas torcemos por ele. Juntos, duas das maiores economias do mundo podem trazer crescimentos. Precisamos de um compromisso com a inovação e com a tecnologia.
Assim, queremos ajudá-los a preparar o país para os jogos. Por isso somos países comprometidos com o meio ambiente. Por isso a metade dos carros daqui podem circular com biocombustível. E, portanto, estamos buscando o mesmo nos EUA, para tornar o mundo mais limpo para nossos filhos.
Sendo o Brasil e os EUA dois países que foram tão enriquecidos pela herança africana, temos que nos comprometer com a ajuda à África. Também estamos ajudando os japoneses hoje. Vocês, aqui no Brasil, receberam a maior imigração japonesa no mundo.
Os EUA e o Brasil são parceiros não apenas por laços de comércio e cultura, mas porque ambos acreditam no poder da democracia, porque nada pode ser tão poderoso. Milhões de pessoas , que subiram da pobreza para a classe média, o fizeram pela liberdade. Vocês são a prova de que a democracia é a maior parceira do progresso humano. A democracia dá a esperança de que todos serão tratados com respeito.
Nós sabemos, nos EUA, como é importante trabalhar juntos, mesmo quando não nos entendemos. Acreditamos que a democracia pode ser lenta, mas ela vai sendo aperfeiçoada com o tempo. Também sabemos que todo ser humano quer ser livre, quer ser ouvido, quer viver sem medo ou discriminação. Todos querem moldar seu próprio destino. São direitos universais e devemos apoiá-los em toda parte.
Onde quer que a luz da liberdade seja acesa, o mundo se torna um lugar melhor. Esse é o exemplo do Brasil, um país que prova que uma ditadura pode se tornar uma próspera democracia e que mostra que um grito por mudanças vindo das ruas pode mudar o mundo.
No passado, foi aqui fora, na Cinelândia, que políticos e artistas protestaram contra a ditadura. Uma das pessoas que protestaram foi presa e sabe o que é viver sem seus direitos mais básicos. Porém, ela também sabe o que é perseverar. Hoje ela é a sua presidente, Dilma Rousseff.
Sabemos que as pessoas antes de nós também enfrentaram desafios e isso une as nossas nações. Portanto, acreditamos que, com a força de vontade, podemos mudar nossos destinos. Obrigado. E que Deus abençoe nossas nações."
quinta-feira, 17 de março de 2011
Pessoas excluídas do processo de globalização.
No estilo "Twitter"- Curto e grosso.
1-Quem não fala inglês.
2-Quem não utiliza as técnicas de informação (telefonia, internet).
1-Quem não fala inglês.
2-Quem não utiliza as técnicas de informação (telefonia, internet).
quarta-feira, 16 de março de 2011
Centro de operações da Cidade do Rio de Janeiro.
É fantástico o novo centro de operações da cidade do Rio. Uma idéia que deve ser levada à todas as cidades do país para que a produtividade de orgãos públicos seja aumentada e para que os gastos sejam minimizados.
Assista em: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1652661-17665-304,00.html
Página da IBM Cidades http://www.ibm.com/smarterplanet/br/pt/sustainable_cities/ideas/index.html
Assista em: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1652661-17665-304,00.html
Página da IBM Cidades http://www.ibm.com/smarterplanet/br/pt/sustainable_cities/ideas/index.html
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Não se engane. O teatro ficou assim mesmo!